Imagine um trem, imagine um mar.
O comum entre eles? Vão passar.
Mas passar e ficar, os dois tentam parar.
Seja na estação, seja na areia da praia,
Eles querem ficar aqui, curtir a gandaia,
Eles gostaram, se apegaram às praias do teu coração.
Eles querem ficar, eles sentem paixão.
Eles sao teus amigos, mas querem mais do que isso.
Eles querem proteger-te cada um de um perigo.
Querem dar-te abraço, vêm dar-te abrigo.
Eles são, os dois, eu. Eu te amo e, como sempre, te quero comigo.
Espero poder parar o trem do meu coração,
Onde ele encontra o teu, num mar de canção.
Só o que eu quero é ter a mágica sensação,
De fazer-te viver, mergulhada em um céu
Que, com todo o cuidado retira seu véu
E beija teus lábios, com gosto de mel.
Que degusta o gosto, busca fazer-te sorrir
E, mais do que nunca, ama a fonte do teu elixir.
Então, sente a corrente, faz-me parar,
Mas não sem motivo, parar para amar.
Não que você deva, não que você vá,
Mas, afinal, o que custa parar e tentar?
Mergulhe no meu céu, dou-te mil estrelas,
Que jamais vão superar a luz que espelhas,
Mas que te iluminam um pouco mais,
Talvez com um pouco de mim,
Talvez com um pouco de paz.
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